Notícia no Ato

Lucas Neves viabiliza programa de controle da diabetes na Serra Catarinense

Recursos destinados ao CIS-Amures garantem sensores de glicose a crianças e adolescentes

O deputado estadual Lucas Neves confirmou a liberação de R$ 1,07 milhão em recursos que viabilizam a implantação do programa “Diabetes Sob Controle” na Serra Catarinense. A iniciativa garante a entrega de sensores eletrônicos de glicose, tecnologia que substitui o método tradicional de furar o dedo várias vezes ao dia.

O anúncio ocorreu durante reunião no Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região da Amures (CIS-Amures), com a secretária executiva Beatriz Bleyer, o vereador de Lages Éder Santos e representantes da Associação Doce Vida.

O pedido para a implantação do programa partiu do vereador Éder Santos, transplantado renal, que conhece de perto a realidade de quem convive com doenças crônicas. Ele fez a ponte entre a Associação Doce Vida e o gabinete do deputado Lucas Neves, ajudando a transformar a demanda das famílias em uma política pública concreta para a região.

Em fase de elaboração pelos técnicos do consórcio, o programa deve ser apresentado em março e atender moradores dos 29 municípios consorciados, entre eles Lages, São Joaquim, Otacílio Costa, Bom Retiro, Urubici, Urupema e Correia Pinto.

O CIS-Amures está definindo os critérios de acesso, com prioridade para crianças e adolescentes que realmente necessitam do equipamento. O modelo adotado em Brasília, onde a iniciativa já funciona na rede pública, serve como referência.

Segundo Lucas Neves, a Serra Catarinense será a primeira região de Santa Catarina a implantar o programa de forma ampla, envolvendo diversos municípios. “É tecnologia que transforma a rotina de quem convive com a diabetes, oferecendo mais segurança e qualidade de vida. Vamos fazer desse programa um exemplo para outras regiões do estado”, afirmou.

Em dezembro, um projeto de lei de autoria do parlamentar foi aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, garantindo a distribuição gratuita de sensores eletrônicos que monitoram a glicose em tempo real. “Antes mesmo da sanção da lei, destinamos os recursos para tirar o programa do papel”, completou.

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