Serviços envolvem equipes e maquinários específicos e podem durar mais de um dia. Secretaria de Obras e Infraestrutura intensificou o atendimento das demandas e vem construindo o planejamento urbano integrado aos anseios da população
A Secretaria de Obras e Infraestrutura continua atendendo todas as regiões de Lages em uma operação geral nos bairros, que visa revisar as condições das ruas não pavimentadas e também conferir os dispositivos de drenagem instalados nessas áreas. O serviço é considerado de rotina e passa por vários locais diariamente. De janeiro a março deste ano, as equipes já conseguiram finalizar mais de 300 intervenções.
Entre os endereços executados nos últimos dias está a Frei Henrique de Coimbra, rua do bairro Guarujá. Com diversas máquinas envolvidas, o trabalho durou cerca de oito horas. As equipes utilizaram uma retroescavadeira e um caminhão de hidrojateamento – veículo que utiliza água pressurizada para desobstruir e limpar – para liberar a tubulação que, até então, nem aparecia por estar encoberta pela vegetação. As galerias pluviais, embora maiores, também estavam totalmente prejudicadas e uma caçamba precisou ser acionada para recolher os resíduos, tamanha a quantidade de material removido.
Desobstruções como essa são apenas um dos serviços executados pela Secretaria de Obras e Infraestrutura e que foram intensificados nesta gestão. Além do retorno diário às demandas que chegam até a Central de Atendimento, a modalidade também foi incluída na força-tarefa que vem percorrendo os bairros. “São problemas generalizados, com os quais temos nos deparado em toda a cidade. Situações como essa podem e devem ser minimizadas com manutenções e reparos frequentes. Evitando alagamentos de ruas inteiras e residências, por exemplo, com o curso d’água devidamente liberado”, enfatiza o secretário Cleber Machado Arruda.
No trabalho rotineiro das equipes de drenagem estão inclusos ainda outros tipos de atendimento, como: desobstrução, conserto ou construção de bueiros; limpeza, revisão e instalação de tubulações e galerias; ligação e conferência de redes; intervenção em vazamentos e emergências semelhantes; entre outros. “É uma tarefa árdua, que nem sempre acompanha a velocidade do revestimento primário, por exemplo (patrolamento e cascalhamento de ruas não pavimentadas), mas é necessária para garantir a infraestrutura urbana básica”, resume o secretário.