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Região vai produzir estudo de análise de risco da maçã da China

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Secretaria Municipal de Agricultura de São Joaquim, Câmara Técnica da Associação dos Produtores de Maça e Pera – AMAP, Grupo de Estudos da Maçã (GT/Maçã), Cidasc e Epagri firmaram posição nesta terça-feira (29), para produzir um documento impondo uma série de medidas como forma de evitar a entrada da maçã chinesa em Santa Catarina.

A decisão foi consenso, em reunião-palestra com o professor e consultor para assuntos relacionados à economia e cultura da China, Vladimir Milton Pomar. Grande conhecedor do assunto, Vladimir já assessorou empresas públicas e privadas na captação de recursos, elaboração de projetos e nas relações institucionais Brasil-China.

No evento, na Casa da Cultura ele fez uma ampla explanação sobre as características dos mercados consumidores da China e possíveis impactos econômicos e sociais na região sobre a importação da maça produzida na China. O que mais preocupa as autoridades e os fruticultores são as questões fitossanitárias, uma vez que poderiam entrar no Brasil doenças com alto poder de contaminação dos pomares.

“O certificado fitossanitário emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária é só o primeiro passo. As medidas que buscamos são restritivas, porque a maçã chinesa representa uma grande ameaça à atividade econômica da fruticultura”, frisou o prefeito Humberto Brighenti. Um estudo de análise de riscos da maçã e da pera da China será iniciado por pesquisadores da região para corroborar com as medidas restritivas que serão levadas às autoridades estaduais e federais.

O prefeito reforçou pedido para que os estudos de análise de risco estejam prontos até setembro quando haverá em São Joaquim, uma audiência pública com as bancadas de deputados federais e senadores de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul para tratar sobre os riscos da importação da maçã da China.

“O que está em jogo é o sistema produtivo, a atividade da maçã que pode ser extinta e nós não temos capacidade de migrar para outra atividade econômica. Se acabar a fruticultura o que farão as milhares de famílias que vivem do cultivo da maçã. Só em Santa Catarina, são duas mil famílias do total de três mil propriedades do Brasil que tiram seu sustento da maçã”, alertou Humberto Brighenti.


Oneris Lopes /Para Noticia no Ato

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