Uma mulher de 31 anos morreu após utilizar uma caneta emagrecedora contrabandeada do Paraguai, em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. O caso gerou alerta sobre os riscos do uso de medicamentos sem prescrição médica e adquiridos de forma ilegal.

Segundo familiares, a vítima aplicou a quinta dose de Tirzepatida um dia antes de passar mal. O produto teria sido comprado no Paraguai e aplicado por uma pessoa sem formação ou conhecimento técnico.
Ainda conforme o relato da família, a mulher começou a apresentar sintomas graves logo ao acordar, incluindo mal-estar intenso. Pouco depois, foi encontrada caída dentro de casa. Equipes do Samu foram acionadas e identificaram um quadro crítico, com pressão muito baixa e arritmia cardíaca.
Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu às complicações.
Especialistas alertam que medicamentos contrabandeados ou falsificados podem apresentar composição desconhecida, armazenamento inadequado e substâncias perigosas, aumentando o risco de reações graves e até morte.
O caso reforça o alerta das autoridades de saúde sobre os perigos da compra de canetas emagrecedoras no mercado ilegal e sem acompanhamento médico.



