Os Correios realizam, nos dias 13 e 20 de agosto, novas licitações públicas de imóveis distribuídos por oito estados. Os certames marcam uma mudança nas regras de pagamento: pela primeira vez, é possível parcelar o valor da arrematação até dezembro de 2026, financiar a compra por meio de qualquer instituição financeira ou utilizar o FGTS. As medidas devem tornar a disputa mais acessível a um número maior de compradores.

Os lances, realizados por meio da plataforma VIP Leilões, são para 11 ativos distribuídos pela Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Os valores mínimos de arremate apresentam descontos que podem variar até 25% em relação ao valor de avaliação de cada imóvel.
Para a licitação do dia 13 de agosto, às 14h,será ofertada uma propriedade em Florianópolis, localizada na Rua Nossa Senhora do Rosário, 150, no bairro Jardim Atlântico. A unidade é composta por uma edificação urbana de dois pavimentos, construída em um terreno de 3.418,29 m², com 571,90 m² de área construída. O imóvel encontra-se atualmente ocupado e está ofertado inicialmente por R$ 9.350.061,60, podendo alcançar lance mínimo de R$ 7.650.050,40 na terceira oferta.
Ainda no dia 13, serão ofertadas propriedades em São Benedito do Rio Preto (MA); Serra Caiada (RN); e Sarandi (RS). Já em 20 de agosto, também às 14h, outros sete lotes serão ofertados em: Brasília (DF); Cuiabá (MT); Santa Maria (RS); Salvador (BA); Lagoa Vermelha (RS); Santa Cruz de Monte Castelo (PR); e Natal (RN).
Como funciona o pagamento – Após o encerramento do leilão, o arrematante deve cumprir duas etapas obrigatórias antes de definir a forma de pagamento do imóvel. Em até 24 horas após o fim do leilão, é necessário realizar o pagamento do sinal de garantia e da comissão do leiloeiro. Cumpridas essas exigências, o comprador poderá optar por uma das modalidades de pagamento previstas no edital. A primeira é o pagamento à vista, com quitação integral em até 60 dias corridos contados da data do leilão. Os pagamentos efetuados em até 30 dias não sofrem reajuste. Entre o 31º e o 60º dia, o saldo devedor é atualizado pelo IGP-M.
Também é possível realizar a compra por meio de financiamento bancário, contratado junto à instituição financeira de preferência do comprador, desde que a operação seja concluída em até 60 dias corridos. Para evitar o cancelamento da arrematação, recomenda-se verificar previamente a aprovação do crédito. Caso o financiamento não seja finalizado dentro do prazo, a venda será automaticamente convertida em pagamento à vista. Se o valor aprovado pelo banco for inferior ao necessário para a aquisição do imóvel, a diferença deverá ser quitada com recursos próprios ou por meio do FGTS, quando permitido.
O FGTS também pode ser utilizado como complemento ao pagamento, tanto na modalidade à vista quanto no financiamento, desde que sejam observadas as regras e os prazos aplicáveis a cada uma dessas opções. Outra alternativa é o pagamento parcelado, que exige uma entrada mínima de 20% do valor da arrematação, com o saldo restante dividido em até quatro parcelas fixas. Nessa modalidade, incidem juros de 11,42% ao ano, calculados pro rata tempore, sem recálculo mensal, e a última parcela vence em dezembro de 2026. Em caso de atraso, haverá atualização monetária pelo IPCA, além de juros de mora de 1% ao mês e multa de 2%.
| As condições completas, os prazos e as demais regras de cada modalidade devem ser consultados no edital disponível no site da VIP Leilões. No dia 27 de agosto, um novo leilão será disponibilizado com novas oportunidades. Mais informações serão divulgadas em breve. Fonte: Assessoria de Imprensa Superintendência Estadual de Santa Catarina |



