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Mpox: conheça os sintomas e saiba quando procurar atendimento

A mpox voltou a acender o alerta das autoridades de saúde nesta quarta-feira (18) e exige atenção aos sinais da doença. Causada por um vírus, a infecção pode se manifestar entre três e 21 dias após o contato com uma pessoa infectada. Como os sintomas costumam surgir de forma repentina, a observação precoce é essencial para conter a transmissão e evitar complicações.

Como os sintomas começam

Os primeiros sinais geralmente incluem febre alta, dor de cabeça intensa, dores no corpo, cansaço e calafrios. Também são comuns dor nas costas e sensação de fraqueza.

Um dos sinais característicos da mpox é o inchaço dos gânglios linfáticos, principalmente no pescoço, nas axilas e na virilha — característica que ajuda a diferenciar a doença de outras infecções semelhantes.

Após essa fase inicial, surgem lesões na pele. Elas começam como manchas avermelhadas, evoluem para bolhas com líquido e, posteriormente, formam crostas. As lesões podem aparecer no rosto, mãos, pés, boca e também nas regiões genital e anal. Em alguns casos causam dor intensa; em outros, provocam coceira.

A combinação de febre, gânglios inchados e erupções cutâneas deve servir como sinal de alerta.

Como ocorre a transmissão

O vírus se espalha principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais ou objetos contaminados. O contato íntimo e prolongado também facilita a transmissão. Por isso, autoridades de saúde recomendam evitar contato físico com pessoas que apresentem sintomas suspeitos.

O que fazer ao suspeitar

Quem teve contato com um caso confirmado e passa a apresentar febre ou lesões na pele deve procurar atendimento médico. O profissional avalia o quadro e pode solicitar exame laboratorial para confirmação. O diagnóstico precoce permite orientação adequada e reduz o risco de disseminação.

Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve. No entanto, crianças, idosos e pessoas com imunidade comprometida podem desenvolver quadros mais graves, o que reforça a importância da vigilância.

Prevenção é responsabilidade coletiva

Evitar compartilhar objetos pessoais, manter a higiene frequente das mãos e seguir as orientações das autoridades sanitárias são medidas importantes. Onde disponível, a vacinação contribui para proteger grupos prioritários e diminuir a circulação do vírus.

A informação correta ajuda a reconhecer sintomas, reduzir o medo e interromper a cadeia de transmissão, protegendo a comunidade.

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