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Hora local


Será uma vaga para agente administrativo em cada um dos dois distritos, com requisito de ensino médio completo. O salário é de R$ 1.253,58, com carga de 40 horas semanais

Aberto-processo-seletivo-para-contrataco-de-profissionais-para-atendimento-em-servicos-de-Correios-e-Telegrafos-em-ndios-e-Santa-TerezinhaEstá lançado o edital de Processo Seletivo Público Simplificado para execução de convênio entre o Município de Lages e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), em que está prevista a contratação, em caráter temporário, de profissionais para o atendimento em serviços de Correios e Telégrafos exclusivamente nos distritos de Índios e Santa Terezinha do Salto, considerando a necessidade urgente de executar o convênio celebrado entre o Município e a EBCT, em continuidade aos trabalhos das Agências de Correios Comunitárias (AGCs). O Processo Seletivo estará baseado na comprovação do título de ensino médio e experiência profissional na área administrativa.Consiste em uma vaga para agente administrativo em cada um dos dois distritos, com requisito de ensino médio completo. O salário é de R$ 1.253,58, com carga de 40 horas semanais de jornada de trabalho. A medida visa proporcionar atendimento em serviços postais à população das localidades, zelar pela boa qualidade do serviço, e receber, apurar e solucionar queixas e reclamações dos usuários.As inscrições são gratuitas e presenciais. Devem ser realizadas entre 25 de setembro e 10 de outubro, das 8h às 18h, exclusivamente no Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Prefeitura de Lages, na rua Frei Justino - rótula com as ruas Frei Gabriel e Honorato Ramos - sentido descida Catedral Diocesana. A ficha de inscrição está disponível no próprio edital - anexo I. Uma das condições para participação e contratação temporária é comprovar residência no distrito para o qual realizou inscrição fornecendo comprovante de abastecimento de água, energia elétrica e/ou telefone fixo em nome do candidato.De acordo com o diretor de DRH do Município, Flávio Vieira, o diferencial deste edital para os demais é a situação emergencial, por isso o prazo de inscrições foi reduzido pela metade. “As duas comunidades estão sem agente postal e por conta deste fator providenciamos um Processo que busca atender a finalidade de forma breve.” 

Resultado em outubro

O resultado dos candidatos classificados será divulgado no dia 16 de outubro, e o resultado final da seleção em 23 de outubro, no portal www.lages.sc.gov.br e no mural fixado na Prefeitura. O processo seletivo destina-se ao provimento de vagas em caráter temporário para a função administrativa, sendo que o contrato tem prazo de validade de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por apenas uma vez.O inteiro teor do edital está disponível em www.lages.sc.gov.br em “Editais” (link http://www.lages.sc.gov.br/editais-em-destaque). Informações adicionais pertinentes às condições, inscrições, entrega de documentação, seleção dos candidatos, critérios de pontuação e de desempate, recursos e homologação, bem como anexos I (ficha de inscrição e recibo), II (formulário para recurso), III (cargos, requisitos, vagas, vencimentos e carga horária semanal), IV (atribuições do cargo), V (pontuação) e VI (cronograma) devem ser consultadas no edital.

Atribuições dos cargos:

- Recebimento/expedição de malas;

- Preparação de objetos para expedição;

- Preparação de objetos em serviços internos;

- Arquivamento de documentos inerentes às atividades da agência;

- Manutenção da unidade em condições de organização e limpeza;

- Devolução de malas vazias;

- Transporte, em mala, entre a unidade e o local de onde a carga é recebida/expedida (parada de ônibus), por exemplo, ou de agência vinculadora na inexistência de linha regular;

- Recepção e tratamento de objetos previamente selados, cujos selos não tenham sido adquiridos na AGC;

- Dispor dos produtos previstos no subitem 3.2.1.1, na agência;

- Distribuição dos objetos em Caixa Postal Comunitária e/ou pasta Restante;

- Retirada de objetos de caixa de coleta, e

- Distribuição de objetos de correspondência em domicílio, conforme a necessidade e viabilidade de localidade.  


Time lageano domina partida e garante vaga na final do Estadual

APABLA-FME-Lages-vence-e-est-na-final-do-Catarinense-de-Basquete-Sub-19-13No ano em que Lages irá sediar o maior evento esportivo do Estado, a 57º edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC), diversas modalidades se destacam nos cenários estadual e nacional. Nesta segunda-feira (25) a equipe da Associação de Pais e Amigos do Basquete de Lages, a Apabla/FME/Lages Sub 19 venceu a partida contra a Associação dos Amigos do Basquete de Joinville. O placar foi de 70 a 46 para o time lageano.Esta boa vantagem no placar foi construída já no primeiro quarto do jogo, em que a equipe de Lages impôs seu ritmo, com a vantagem de jogar em casa, e neutralizou as principais jogadas do time adversário. No restante da partida, sem perder o empenho e seriedade em quadra, os meninos administraram a folga no placar e comemoraram a vaga na final do Estadual.A final do Campeonato Catarinense de Basquetebol Sub 19 será contra a equipe da Associação Desportiva Instituto Estadual de Educação Adiee/Avai/FME de Florianópolis. O grande campeão saíra após a melhor de três partidas. De acordo com a Federação Catarinense de Basquetebol, o primeiro jogo será em Lages, nesta quarta-feira (27) com horário a ser definido pela organização. As outras duas partidas serão em Florianópolis, pois a equipe da capital teve melhor campanha na fase de grupos.O prefeito Antonio Ceron e o deputado estadual, Gabriel Ribeiro, prestigiaram a partida que garantiu o time de Lages na final do Estadual. “O basquete em Lages está muito bem organizado com escolinhas que envolvem crianças e adolescentes da rede pública de ensino. Isto vai ao encontro com nossa proposta de promover o esporte para as crianças no contraturno escolar em diversas modalidades. Agora vamos torcer por nosso time na final”, enfatiza o prefeito.
 

Ação é resultado da participação dos colaboradores da FIESC de todo o Estado no evento Trilha da Vida

Floresta-Ombrofila-Mista Nesta esta semana, cerca de mil mudas de araucária serão plantadas no Parque Nacional de São Joaquim. A ação é resultado da presença de cada participante no evento Trilha da Vida, que estimula a adoção de hábitos mais saudáveis e sustentáveis por parte dos profissionais da FIESC, e de uma parceria firmada pela Federação das Indústrias e suas entidades SESI, SENAI e IEL, e os Institutos Çarakura e Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 
O plantio será realizado por técnicos especializados do Parque Nacional de São Joaquim e do Instituto Çarakura, nesta quarta-feira (27), durante o período matutivo e vespertino. A ação contará ainda com a participação de alunos de uma escola local. 
A Trilha da Vida é uma ação da Gestão de Pessoas da FIESC realizada desde 2014. A atividade, que promove caminhadas, incentiva os colaboradores a terem mais cuidado com a saúde, maior integração e conhecimento dos seus profissionais sobre ambientes ao ar livre na região onde vivem, além de promover relações sociais fora do ambiente de trabalho e criar a consciência de responsabilidade socioambiental.
 
A parceria
 
O Instituto Çarakura se compromete em 2017 com o plantio de, no mínimo, mil mudas na região de São Joaquim, considerada de importância ecológica e social devido à biodiversidade que está ameaçada de extinção. A contrapartida da participação de profissionais das entidades da FIESC na ação Trilha da Vida em todo Estado será o plantio de número mínimo de mudas que possam garantir a recuperação de área degradada.
 
Serviço:
 
O quê: Plantação de mil mudas de araucárias
Onde: Parque Nacional de São Joaquim
Endereço: Sede Administrativa do Parque Nacional de São Joaquim -
Av. Felicíssimo Rodrigues Sobrinho, 1542 - Esquina - Urubici/SC -
(49) 3278-4994
Quando: dia 27 de setembro, quarta-feira, a partir das 9 horas
 
Observação: Interessados na cobertura devem fazer contato por meio do telefone (49) 3278-4994 e combinar com Paulo Santi, chefe do Parque, que acompanhará a equipe até o local do plantio.
 
Àqueles que preferirem ir sozinhos: Seguir pela Rodovia Sentido São Joaquim. Ao chegar na comunidade Vacas Gordas, no ponto de ônibus (em uma curva fechada), procurar placa amarela à esquerda indicando Parque Nacional São Joaquim. A entrada do parque fica a 3 km em estrada de chão a partir desta indicação.

27e65eb071478323989284fcd5da8749A Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages (CDL), participará, por meio da Câmara Setorial de Formação Profissional e Gestão Empresarial do XII Congresso de Educação do Município, programado para ocorrer entre os dias 28 e 29 de setembro. A CDL Participará de uma mesa redonda e abordará o tema: “Inspiração e inovação para gestão de modelos que favorecem a educação”. A mesa ocorre na sexta-feira, dia 29, às 8h e às 15h45min, visando facilitar a participação dos professores e interessados. 
Participam da mesa redonda a proprietária da Fera Formação e Segurança, Neide Catarina Turra, Professora e pesquisadora da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Lilia Aparecida Kanan, coordenadora do Serviço de Gestão de Pessoas da CDL Lages, Renata Pruner de Castro Cenatti e diretor executivo da CDL Lages, Jhonathan Roberto da Silva. Todos são membros da Câmara Setorial de Formação Profissional e Gestão Empresarial, que abordarão as perspectivas profissionais e institucionais voltadas à educação que inspira e inova. 
O congresso abre na quinta-feira (28), no Centro Serra, a partir das 14 horas, com o credenciamento dos participantes e em seguida as apresentações artísticas e culturais. Às 16 horas inicia a mesa-redonda da Política Educacional Brasileira e os Planos de Educação e, às 19 horas, está programada a conferência da poetisa, psicóloga, psicanalista e doutora em filosofia, Viviane Mosé. “O Congresso de Lages se tornou uma referência e um dos maiores eventos da área em todo Estado. Por isso, foi de fundamental importância as parcerias firmadas com as diversas instituições para a realização deste evento”, salienta a secretária Municipal de Educação de Lages, Valdirene Vieira.

 Soluções para resolver a violência contra professores são apontadas em audiência da Câmara

Audiencia-Violencia-Contra-Professores-4A violência contra profissionais do ensino nas instituições educacionais de Lages não pode mais ser tolerada, assim se resume a conclusão dos debates resultantes da audiência pública promovida pela Câmara Municipal sobre o tema e que contou com grande público no Plenário Nereu Ramos no dia 20 de setembro.
            Proponente da reunião, a presidente do Legislativo Lageano, Aida Hoffer (PSD) – que fez carreira como professora – desafiou os sindicatos da área a iniciar campanhas que fortaleçam esta discussão nos ambientes escolares e compilar dados que retratem como se encontra a situação em Lages. A vereadora sugeriu também a elaboração de um grupo de estudos com representantes da sociedade civil organizada para propor políticas públicas que resgatem o respeito ao professor.
“Precisamos levantar com credibilidade dados que estão presentes diuturnamente em nossas escolas e que possam subsidiar ações para inibir a violência nas escolas. (...) Terá de ser um esforço de cada um, desta Mesa onde todos têm um envolvimento com a educação, com os nobres colegas vereadores que firmam este compromisso. Esta Casa precisa unir esforços para encontrar e servir de apoio para que este trabalho inicie com mais força e mais veemência”, comentou Aida.

Audiencia-Violencia-Contra-Professores-1 
            Brasil lidera ranking de violência contra professores
 
Primeira a tomar a palavra na audiência, Aida Hoffer apresentou uma notícia onde um aluno do Sergipe perdeu na Justiça uma ação contra um professor que lhe tomou o celular na sala de aula, algo comum nas escolas, segundo a vereadora. “No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o professor”, citou ela ao discurso do juiz Elieser Siqueira de Souza, responsável pela decisão.
Em seguida, Aida apresentou pesquisas recentes que colocam o Brasil como o 1º no mundo no ranking de violência contra professores. 44% dos docentes disseram ter sofrido algum tipo de agressão, sendo que 12,5% se disseram vítimas de agressão verbal ou intimidação pelos alunos ao menos uma vez por semana. “É necessário que toda sociedade se mobilize para mudar esta situação. (...) Nesta audiência damos o start pela mobilização para estancar estes índices absurdos e inaceitáveis. O professor merece o nosso respeito”, afirmou a presidente da Câmara.
 
Comunidade apoia ações que resgatem o respeito ao professor
 
O primeiro cidadão a se manifestar foi o vice-presidente do bairro Centenário, Élvio da Silva, que argumenta que tal panorama acontece pela falta de autoridade dos pais para com seus filhos. “Se não tem isso em casa, como vai ter diante da escola, com os professores. Quem sofre com isso não são só os professores, mas toda a sociedade”, disse.
Diretora da EMEB Isabel Rossetto, a professora Alexsandra Schlemper defendeu a necessidade da concepção de um regimento atuante a ser seguido pelas unidades de ensino em relação ao comportamento dos estudantes perante os educadores. “Precisamos abrir uma discussão aprofundada para que tenhamos nas escolas um amparo suficiente para que os regimentos aconteçam de forma efetiva. O ‘faz, acontece, e não dá nada’, não está dando nada além dos resultados que temos visto com a violência contra o professor”, argumentou.
Membro da Associação Amar Vidas, Nixon Airton de Oliveira ressalta que as escolas precisam se abrir à comunidade, para iniciativas que aproximem os pais do ambiente escolar e de seus filhos. Segundo ele, durante a realização do Projeto Vento nas Escolas, diversas crianças e pais diziam que queriam se matar, que estavam no jogo da Baleia Azul, tristes, sem perspectivas. “Hoje estes mesmos pais estão fazendo artesanato, se ocupando, podem ganhar dinheiro com isso. Algo precisa ser feito, precisa começar por esta Casa, por mim, por cada pessoa, mas precisa começar”, apontou Nixon.
Já o professor Aldemir Costa Pereira concordou com a fala da professora Alexsandra de que o município precisa de normas, de um regimento padrão a ser seguido já a partir de 2018, que ouça as demandas dos gestores e educadores. “Lages está no primeiro lugar no ranking contra mulher. Será que estes agressores de hoje não eram os alunos do passado que agrediam professores, física ou verbalmente? Precisamos de políticas públicas que comecem a mudança a partir de nossa consciência. Algo que nunca podemos deixar de prezar nas escolas é da nossa disciplina”, assegurou.
Professora e gestora Justina Inez Varela concorda com a criação de uma comissão envolvendo professores educadores, vereadores, sindicatos, etc, que resguardem a integridade dos professores. “Anseio por uma valorização do professor, não só enquanto seu salário, mas do ser humano professor, já que por suas mãos passam todos nós”.
 
Ações conjuntas da sociedade podem mudar esta realidade
 
“A sociedade está doente”, foi o termo reiteradamente repetido pela secretária municipal da Educação, Valdirene da Silva Vieira. Ela afirma que a violência quase inexiste na educação infantil, mas que pelo contato com uma sociedade violenta, as crianças acabam corrompidas. Segundo a secretária, o que acontece é uma terceirização da infância dos lares para as escolas. “Esta criança não tem o contato afetuoso com sua família, e sabemos que a criança necessita desta relação de afeto. Se ela não tem a referência da família, que afeto vai dar ao outro”, indaga Valdirene, que ressalta que a sociedade como um todo deve contribuir para a educação de uma nova geração mais ética e respeitosa.
Para o gerente regional de Educação, Humberto Aloizio de Oliveira, a criança é só um reflexo daquilo que os adultos vivem e reproduzem. “Os pais estão sem tempo, perdidos em relação à educação”. Para ele, a infantilização da culpa denota a falta de preparo dos adultos em lidar com a criança do século XXI. A solução, segundo o gerente, passa pelos bons exemplos do passado, como a insistência em educar, em uma norma, uma disciplina de respeitar os mais velhos e o professor.
Oliveira também acredita que nenhum segmento isolado vai solucionar esta questão, para ele, são necessárias articulações em rede. “Algumas escolas que conseguiram pôr em prática oficinas, cursos, palestras para os pais, professores e alunos participando nos seus núcleos de estudo, avançaram muito na redução dos índices de violência”, citou Oliveira, que destacou o exemplo da escola Pinto Sombra, que mudou todo um panorama daquela realidade após uma morte entre alunos, e que hoje apresenta um dos menores índices a partir do apoio de todos.
“Não há educação de qualidade e formação do cidadão se houver a quebra da disciplina e da autoridade do professor. Disciplina e autoridade que começa em casa, no berço familiar, sem respeito aos professores não há escola que funcione, que honre com sua finalidade”, defendeu a presidente do Simproel, Elaine Moraes. Ela ressalta que diálogo e tolerância são indissociáveis para alcançar este objetivo, além de união da classe para evitar a abertura daquilo que considera desnecessário como processos administrativos, boletins de ocorrência e a judicialização de pequenos problemas.
Presidente da Associação dos Auxiliares em Administração Escolar na Região Serrana, Sonia Carnevalli falou que o professor precisa de muito cuidado e carinho para lidar com as situações que enfrenta em sala de aula. Ela citou dados do Questionário Prova Brasil 2015, do qual quase metade dos professores ouvidos em Lages disse ter sofrido alguma espécie de violência.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação, Reno Vicente Athayde argumentou que a sociedade realmente se encontra em crise quando torna natural a imagem de crianças algemadas ou quando se utiliza mais violência para conter a violência, o que considera a instalação de um estado de barbárie. “Me preocupa quando o tom da maioria dos discursos se preocupa em punir e não incluir. Temos que pensar que sociedade estamos construindo”. Sobre os professores, ampliou a gama das violências contra eles, ao citar a precarização das escolas, a existência de classes distintas (efetivos/ACT’s), quando não se abre o diálogo ou se impõem políticas que fragilizam o trabalho educacional.
Com quase 50 anos de serviços prestados ao município na formação cidadã de pais, futuros pais e educadores, a Escola de Pais do Brasil, representado pela presidente Wilma Koerich, também se fez presente na discussão. Uma vez na semana, acontecem encontros onde se discute, orienta e concluem-se temas como os desafios da educação, o papel de pais e mães nesta construção, do nascimento à puberdade, à adolescência e à sexualidade. “Sempre estivemos ao lado de cada secretária de educação, oferecendo nossos serviços. Não só crianças devem ser educadas, mas seus pais também. Não vamos desanimar, vamos trabalhar juntos e vencer esta batalha”, comenta.
O desfecho da noite foi do historiador, mestre e especialista em bullying, Érico Paes de Campos diz que aquilo que o professor enfrenta é um reflexo da “geração de cristal”, com crianças mimadas e extremadas, que exigem uma recompensa para fazer até o que é mais básico. “A gente precisa discutir isso com a sociedade de modo geral, orientar os jovens sobre as responsabilidades de seus atos, da elaboração de regras claras nos regimentos internos, ‘o que vai acontecer se...’, a gente precisa saber disso e que isso seja efetuado. A gente precisa de atividades que promovam canais que criem uma rede, porque na educação ninguém trabalha sozinho”, aponta.